É a parte da soteriologia estudada pela Teologia Sistemática, que aborda a questão da perda ou não da salvação do crente em Jesus.
Quando estudamos este questionamento corremos dois riscos básicos:
1. Se não há garantia da permanência da salvação, muitos podem experimentar uma grande dose de ansiedade e insegurança;
2. Se há garantia certa da permanência da salvação, muitos podem experimentar um certo tipo de indiferença para com as exigências morais e espirituais do Evangelho.
Também há duas concepções básicas quanto à salvação:
1. Calvinista: defesa da presdestinação
2. Arminiana: defesa de que Deus deseja salvar a todos
Clareando biblicamente a situação temos:
Efésios 2. 1-10: estávamos mortos e pelo grande amor e ação de Deus fomos salvos por meio da fé. As boas obras são conseqüências da nova criatura.
João 10.27,29: a declaração de Jesus sobre a preservação da salvação é clara.
Romanos 8.35-39: a declaração paulina de que coisa alguma pode separar o crente do amor de Deus.
Romanos 11.29: Deus não se arrepende de nos conceder seus dons (Ef 2.8; Jo 4.10; At 8.20) e vocação (2Tm 1.6).
1Pedro 1.5: estamos guardados pelo poder de Deus, para a salvação futura.
Hebreus 6.4-6: parece falar de perda, mas um estudo detalhado mostra que fala da impossibilidade de perder a salvação, pois ela está baseada em Cristo.
Salmo 51.12: o pedido não é de restauração da salvação, mas da alegria oriunda dela.
1Coríntios 5.1-5: a destruição do corpo para preservação do espírito.
Os alertas e ordens de perseverança
Tais alertas são orientações divinas para que o crente não seja punido por suas transgressões. Deus usa todos os meios de graça possíveis, inclusive as advertências, para motivar-nos a nos manter comprometidos com Ele. Daí o maravilhoso encontro entre perseverança e preservação. Uma aponta para a liberdade do homem, a outra aponta para a Graça de Deus.
Forte abraço.
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